segunda-feira, abril 23, 2012

































EU HEIN, TÔ FORA!

CHARGES.COM.BR

AMENIDADES
Rapidinhas
A Juíza pergunta à prostituta: – Quando você percebeu que havia sido estuprada?
E a prostituta, secando as lágrimas diz: – Quando o cheque voltou!!!

*** 
A mulher entra num restaurante e encontra o marido com outra: – Pode me explicar o que é isto?
E ele responde: – Só pode ser azar!

***

Vizinha: – Fernanda, você está doente? Te pergunto porque eu vi sair um médico da sua casa, esta manhã…
- Olha, minha querida, ontem eu vi sair um militar da sua e nem por isso você está em guerra, não é verdade?

DA SÉRIE: QUEM DIZ O QUE QUER OUVE O QUE NÃO QUER
Ao deixar o cargo, o ex-presidente do STF, ministro Cezar Peluso, deu entrevista na qual citou o senhor. Em um dos momentos, diz que o senhor não recusará a presidência do tribunal em circunstância alguma. É verdade?
JOAQUIM BARBOSA: Para mim, assumir a presidência do STF é uma obrigação. Tenho feito o possível e o impossível para me recuperar consistentemente e chegar bem em dezembro para assumir a presidência da Corte. Mas, para ser sincero, devo dizer que os obstáculos que tive até agora na busca desse objetivo, lamentavelmente, foram quase todos criados pelo senhor... Cezar Peluso. Foi ele quem, em 2010, quando me afastei por dois meses para tratamento intensivo em São Paulo, questionou a minha licença médica e, veja que ridículo, aventou a possibilidade de eu ser aposentado compulsoriamente. Foi ele quem, no segundo semestre do ano passado, após eu me submeter a uma cirurgia dificílima (de quadril), que me deixou vários meses sem poder andar, ignorava o fato e insistia em colocar processos meus na pauta de julgamento para forçar a minha ida ao plenário, pouco importando se a minha condição o permitia ou não.

O senhor tomou alguma providência?
BARBOSA: Um dia eu peguei os laudos descritivos dos meus problemas de saúde, assinados pelos médicos que então me assistiam, Dr. Lin Tse e Dr. Roberto Dantas, ambos de São Paulo, e os entreguei ao Peluso, abrindo mão assim do direito que tenho à confidencialidade no que diz respeito à questão de saúde. Desde então, aquilo que eu qualifiquei jocosamente com os meus assessores como “supreme bullying” vinha cessando. As fofocas sobre a minha condição de saúde desapareceram dos jornais.

Qual a opinião do senhor sobre a entrevista dada por Cezar Peluso?
BARBOSA: Eis que no penúltimo dia da sua desastrosa presidência, o senhor Peluso, numa demonstração de “désinvolture” brega, caipira, volta a expor a jornalistas detalhes constrangedores do meu problema de saúde, ainda por cima envolvendo o nome de médico de largo reconhecimento no campo da neurocirurgia que, infelizmente, não faz parte da equipe de médicos que me assistem. Meu Deus! Isto lá é postura de um presidente do Supremo Tribunal Federal?

O ministro Peluso disse na entrevista que o tribunal se apaziguou na gestão dele. O senhor concorda com essa avaliação?
BARBOSA: Peluso está equivocado. Ele não apaziguou o tribunal. Ao contrário, ele incendiou o Judiciário inteiro com a sua obsessão corporativista.

Na visão do senhor, qual o legado que o ministro Peluso deixa para o STF?
BARBOSA: Nenhum legado positivo. As pessoas guardarão na lembrança a imagem de um presidente do STF conservador, imperial, tirânico, que não hesitava em violar as normas quando se tratava de impor à força a sua vontade. Dou exemplos: Peluso inúmeras vezes manipulou ou tentou manipular resultados de julgamentos, criando falsas questões processuais simplesmente para tumultuar e não proclamar o resultado que era contrário ao seu pensamento. Lembre-se do impasse nos primeiros julgamentos da Ficha Limpa, que levou o tribunal a horas de discussões inúteis; não hesitou em votar duas vezes num mesmo caso, o que é absolutamente inconstitucional, ilegal, inaceitável (o ministro se refere ao julgamento que livrou Jader Barbalho da Lei da Ficha Limpa e garantiu a volta dele ao Senado, no qual o duplo voto de Peluso, garantido no Regimento Interno do STF, foi decisivo. Joaquim discorda desse instrumento); cometeu a barbaridade e a deslealdade de, numa curta viagem que fiz aos Estados Unidos para consulta médica, “invadir” a minha seara (eu era relator do caso), surrupiar-me o processo para poder ceder facilmente a pressões...

Quando o senhor assumir a presidência, pretende conduzir o tribunal de que forma? O senhor acha que terá problemas para lidar com a magistratura e com advogados?
BARBOSA: Nenhum problema. Tratarei todos com urbanidade, com equidade, sem preferências para A, B ou C.

O ministro Peluso também chamou o senhor de inseguro, e disse que, por conta disso, se ofenderia com qualquer coisa. Afirmou, inclusive, que o senhor tem reações violentas. O senhor concorda com essa avaliação?
BARBOSA: Ao dizer que sou inseguro, o ministro Peluso se esqueceu de notar algo muito importante. Pertencemos a mundos diferentes. O que às vezes ele pensa ser insegurança minha, na verdade é simplesmente ausência ou inapetência para conversar, por falta de assunto. Basta comparar nossos currículos, percursos de vida pessoal e profissional. Eu aposto o seguinte: Peluso nunca curtiu nem ouviu falar de The Ink Spots (grupo norte-americano de rock e blues da década de 1930/40)! Isso aí já diz tudo do mundo que existe a nos separar...

O senhor já protagonizou algumas discussões mais acaloradas em plenário, inclusive com o ministro Gilmar Mendes. Acha que isso ocorreu devido ao seu temperamento ou a outro fator?
BARBOSA: Alguns brasileiros não negros se acham no direito de tomar certas liberdades com negros. Você já percebeu que eu não permito isso, né? Foi o que aconteceu naquela ocasião.

O senhor tem medo de ser qualificado como arrogante, como o ministro Peluso disse? Tem receio de ser qualificado como alguém que foi para o STF não por méritos, mas pela cor, também conforme a declaração do ministro?
BARBOSA: Ao chegar ao STF, eu tinha uma escolaridade jurídica que pouquíssimos na história do tribunal tiveram o privilégio de ter. As pessoas racistas, em geral, fazem questão de esquecer esse detalhezinho do meu currículo. Insistem a todo momento na cor da minha pele. Peluso não seria uma exceção, não é mesmo? Aliás, permita-me relatar um episódio recente, que é bem ilustrativo da pequenez do Peluso: uma universidade francesa me convidou a participar de uma banca de doutorado em que se defenderia uma excelente tese sobre o Supremo Tribunal Federal e o seu papel na democracia brasileira. Peluso vetou que me fossem pagas diárias durante os três dias de afastamento, ao passo que me parecia evidente o interesse da Corte em se projetar internacionalmente, pois, afinal, era a sua obra que estava em discussão. Inseguro, eu?

O senhor considera que Peluso tratou seu problema de saúde de forma desrespeitosa?
BARBOSA: Sim.

O senhor sofre preconceito de cor por parte de seus colegas do STF? E por parte de outras pessoas?
BARBOSA: Tire as suas próprias conclusões. Tenho quase 40 anos de vida pública. Em todos os lugares em que trabalhei sempre houve um ou outro engraçadinho a tomar certas liberdades comigo, achando que a cor da minha pele o autorizava a tanto. Sempre a minha resposta veio na hora, dura. Mas isso não me impediu de ter centenas de amigos nos quatro cantos do mundo.
(O Globo – 20.04.2012)
- É isso aí ministro na republiqueta amoral e aética, o brasileiro “bonzinho e educado” é aquele que tem etiqueta (diminutivo de ética), mas a ÉTICA passa ao largo, dissimulado, cínico, hipócrita, temente a Deus (vive elevando as mãos aos céus e falando nele) é condecorado, cortejado, paparicado, ganha graciosos espaços na mídia safada, ordinária e pusilânime, é considerado elegante, um gentleman, um “especialista na matéria” (qualquer uma), a toda hora é requisitado a dar entrevistas, mas, quando a pessoa tem comportamento irrepreensível, embora, sem papas na língua, nem telhado de vidro, não abre mão de princípios e valores, diz o que as pessoas merecem ouvir, aí o cara é casca grossa, irascível, indelicado, intratável, destemperado, desequilibrado e vozes de “bom mocismo” não faltarão para correr aos holofotes pra posar de “pessoa de boas maneiras, sereno  e equilibrado”, mas, não dão nem um pio quando pessoas com cargos de envergadura praticam todo o tipo de falta de ética, de compostura e de decoro!
- E não ficarei surpreso se durante a semana sair um manifesto de desagravo ao nobre ministro Peluso daquela respeitabilíssima Corte de Justiça!

TURISMO SEXUAL
Pedófilos de todo o mundo acabam de descobrir o turismo sexual pra lá de Teerã.
Quem deu a dica foi a Embaixada do Irã no Brasil ao atribuir a “diferenças culturais” as reações contra o diplomata iraniano que cultivava o hábito de bolinar meninas na piscina de um clube em Brasília.
Tutty Vasques
- Pois é, e eu pensando que cretinos, cínicos amorais fossem somente os daqui!

DIFERENTE DE TUDO
A criação da CPI do contraventor Carlos Cachoeira segue roteiro atípico: o Planalto não fez nada para impedi-la; a esmagadora maioria de deputados e senadores assinou o requerimento; e a oposição está nervosa e encabulada. (coluna Panorama Político – O Globo – 20.04.2012)
- Não sei não, mas acho difícil dizer quem não está nervoso nesta história, tem ateu que já anda fazendo promessa pra não ter caído no grampo!

Danilo Macedo, Agência Brasil
O comércio de agrotóxicos no Brasil cresceu 190% entre 2000 e 2010, mais que o dobro da média mundial, de 93%. A informação é resultado de um estudo sobre o mercado do produto no Brasil divulgado hoje (11) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com o diretor da Anvisa, Agenor Álvares, esse crescimento foi impulsionado em grande parte pela expansão agrícola no país, o que faz do Brasil o maior mercado doméstico de agrotóxicos do mundo, à frente dos Estados Unidos.
Em 2010, o mercado nacional movimentou US$ 7,3 bilhões, o que representa 14,25% do total mundial, que chegou a US$ 51,2 bilhões.
O mercado de agrotóxicos no Brasil é altamente concentrado, assim como no restante do mundo. As dez maiores empresas do setor são responsáveis por 65% da produção nacional e por 75% das vendas. Em termos globais, as 13 maiores empresas dominam 83% do mercado mundial e apenas seis (Basf, Bayer, Dow, Dupont, Monsanto e Syngenta) detêm 66%.
O estudo ainda mostrou que 45% do mercado nacional de agrotóxicos são de herbicidas, 14% de fungicidas, 12% de inseticidas, 2% de acaricidas e 17% de outros tipos. Um único produto, o glifosato, é responsável por 29% do mercado brasileiro de agrotóxicos.
- Fora os contrabandeados, proibidos na republiqueta mas, vendidos clandestinamente, claro! E eu, fumante, fumo dentro de minha casa ou a céu aberto, que uso meus pulmões, tenho meu extorsivo plano de saúde, embora também pague a Previdência e nunca tenha utilizado os péssimos serviços públicos de Saúde,  pago mais de 80% de imposto por maço de cigarros com a cínica advertência: fumar faz mal a saúde, provoca câncer, hemorroida, espinhela caída, bicho do pé, joanete, estrabismo, vocação pra político e todos os males da face da terra é que sou o inimigo público número 1!

IDÉIA NA CABEÇA
O movimento Viva Rio fará concurso que selecionará uma agência de publicidade para criar uma campanha defendendo a descriminalização do uso de drogas. A escolhida ganhará
R$ 20 mil e não deverá cobrar pelos anúncios.
TRATAMENTO
A ONG defenderá que o consumo abusivo não seja tratado como questão de polícia, para impedir prisões de usuários como traficantes -e de pessoas eventualmente próximas a eles como cúmplices. E não teme que o tema controverso impeça a veiculação da campanha na mídia.
BASEADO NA LEI
Além dos anúncios, será feita uma coleta de 1,3 milhão de assinaturas para apresentar, até março de 2013, um projeto de lei para tentar mudar a legislação sobre drogas no país. (coluna Mônica Bergamo – Folha – 20.04.2012)
- Esta midíadica ONG já gosta de um oba-oba, onde tem holofotes ela está lá, bem que poderia adotar uma das dezenas de cracolândia espalhadas pela Cidade do Rio!

PROMOTORIA QUESTIONA A ESCOLA DO VASCO
Alunos contam que colégio é uma 'bagunça': poucos conseguem frequentá-lo e muitos são aprovados sem nem sequer ir à aula
Rio -  A busca pelo sonho de se tornar um ídolo do futebol é um sonho fracassado para 95 de cada 100 meninos que buscam uma chance no Vasco, segundo o próprio clube. A face mais cruel, no entanto, não é a frustração de um sonho: exaustos após treinos e competições, muitos adolescentes não frequentam o colégio particular que funciona no próprio clube, e o pior, segundo relatos dos próprios adolescentes aos promotores de Justiça: os estudantes são aprovados apesar das faltas.
“Os adolescentes contaram que muitos não frequentam as aulas porque chegam em São Januário, por volta das 13h30, exaustos do treino e não têm tempo para almoçar e tomar banho antes da aula. Um deles contou que ficou afastado da escola sem fazer provas, mas disse que foi aprovado no final do ano letivo. Isso é muito grave e precisa ser fiscalizado”, afirma a promotora Clisânger Ferreira Gonçalves Luzes, da Infância e Juventude.
- Mas, o que é que no Brasil não se desmoraliza rapidinho, veja o caso de 200 anos de segredos da máfia italiana, basto o Tommaso Buscetta baixa por aqui, foi tudo por água abaixo e entregou Deus e o mundo!

Nenhum comentário:

Postar um comentário