quinta-feira, fevereiro 21, 2013









































MAIS DE 2,4 MIL PRESOS NÃO VOLTAM ÀS CELAS APÓS FESTAS DE FIM DE ANO
Número representa 5,1% dos 47.531 que receberam o benefício no Brasil.
SE, MA e GO tiveram maior taxa de evasão; CE não autorizou saída.
Pelo menos 2.416 presos do regime semiaberto que tiveram direito à saída temporária nas festas de Natal e réveillon no país não retornaram às celas no início de 2013 – em datas definidas por cada estado. O número representa 5,1% do total de 47.531 detentos que receberam o benefício da Justiça.
O levantamento foi realizado pelo G1 com base nos dados enviados pelas secretarias responsáveis pelo sistema penitenciário de todos os 26 estados e do Distrito Federal.
Na saída de fim de ano anterior, em 2011, o número da evasão é coincidentemente o mesmo: 2.407. Na ocasião, 46.523 presos haviam sido beneficiados com a saída. Em relação ao ano anterior, 2012 teve aumento de 2% no número de beneficiados.
...
- Conhecendo como conhecemos a credibilidade dos nossos bancos de dados, você confiariam nesta estatística oficial?!
- E ainda que fosse confiável, vá contando 2.400 pra ver Papai Noel, 2400 no Ano Novo, 2400 pra brilhar na Avenida, no Carná do patropi,  2400 pra ver o coelhinho da Páscoa, 2400 no Dia da Mamãe, 2400 no Dia do Papai, mais 2.400 no Dia da Sogra, mais 2400 no Dia dos Namorados, mais 2400 no Dia da Independência dos EUA, 2400 no Dia de São João pra pular a fogueira, algumas feitas com pneus, carinhosamente chamadas por eles de microondas, 2400 no Dia da Independência do Brasil, 2400 no Dia da Proclamação, 2400 no Dia das Crianças e por aí vai!
- A propósito:





MAIS UM QUE SAIU PRA VER O PAPAI NOEL

MAS, MUITA CALMA NESTA HORA QUE NA REPUBLIQUETA DA CONSTITUIÇÃO “CIDADÔ E “HUMANITÁRIA” A COISA TÁ MELHORANDO, POR EXEMPLO:





AMENIDADES
Uma equipe da Polícia Federal vai a uma fazenda, em Minas Gerais, e o Delegado Federal encarregado diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Senhor, precisamos inspecionar sua fazenda por suspeita de plantação
ilegal de maconha!
O fazendeiro diz:
- Sim senhor, mas não vá naquele campo ali – e aponta para uma certa área.
O oficial, desconfiado e cheio de arrogância, diz indignado:
- O senhor sabe com quem está falando? que tenho o poder do Governo Federal comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o Delegado Federal e a equipe correndo pasto a fora para salvar suas próprias vidas, perseguidos pelo “Santa Gertrudes”, o maior touro da fazenda.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, e parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O oficial está apavorado.
O fazendeiro, mineirinho muito educado e solícito, larga suas ferramentas,corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- O cracháááááá! Mostra o crachá pra ele…



PENSAMENTO DO DIA
Tenho verdadeiro asco, diria até repulsa e nojo, de nobres causídicos defensores de réus indubitavelmente culpados que, na ânsia inescrupulosa de defendê-los, utilizam-se de recurso baixos, mesquinhos e covardes, chegando ao ponto de atacar vítimas assassinadas barbaramente que não têm a mínima chance de defender a sua dignidade. (JM-Sem Perdão)

PALAVRA FINAL SOBRE CASSAÇÕES É DO CONGRESSO, DIZ NOVO MINISTRO DO STJ
Em meio às discussões sobre a cassação de mandato de parlamentares condenados na Ação Penal 470, o processo do Mensalão, o novo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sérgio Kukina, acredita que a palavra final deveria ser do Congresso Nacional.
"(O legislador) não inseriu na Constituição regras desnecessárias e quando diz que é preciso que haja convalidação e chancela do Congresso, é preciso que se observe a Constituição", disse Kukina. Ele falou com jornalistas em entrevista coletiva nesta tarde, momentos antes de assumir o posto no STJ.
Segundo o ministro, não cabe ao Judiciário pensar que o Congresso não cumpriria uma decisão que lhe garantisse mais autonomia, e sim ao cidadão fiscalizar o desdobramento do caso. "Cabe a nós julgarmos o nosso legislador. Nós do povo compreendemos que a melhor posição era do Judiciário", disse, lembrando que qualquer frustração deve ser repercutida nas urnas.
Ainda sobre o julgamento do mensalão, Kukina se disse favorável à manutenção do foro privilegiado, mesmo que a medida reduza o julgamento a uma só instância. "A ideia de dizer que toda pessoa deve litigar sempre passando pela primeira instância pode trazer resultados não muito adequados". Ele citou como exemplo a possibilidade de um juiz substituto julgar um presidente de tribunal.
O novo ministro do STJ também disse que a busca de padrinhos políticos para conseguir uma indicação ao tribunal 'é uma necessidade que não se pode ignorar' e que a intervenção política é "saudável em um modelo como o nosso, tripartite". Ele acredita que essa troca não interfere na atuação posterior do magistrado.
...
- Pobre republiqueta em que os “iluminados” da corte imperial acham natural a politicagem e compadrio no Judiciário!
- Felizmente Sua Excelência na integra a Suprema Corte e espero que nunca integre.
- Aliás, nobre e ínclito ministro sobre a quem compete a decisão de cassar os nobilíssimos deputados condenados há controvérsia, inclusive entre os guardiões da Carta Magna, este humilde apeudeuta jurídico, por exemplo, partido deste ponto de vista, entendendo ser o mais sensato para um país que se pretenda ser sério
TEMPO BOM PARA OS ACIMA DA LEI
A ausência de convicções num homem público sempre traz preocupações. O novo presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, passou ao País essa impressão ao dizer que não seria cumprida a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que cassou o mandato de quatro deputados. Alegou que caberia ao Legislativo a prerrogativa de dar a última palavra. Mas um dia depois deixou claro que inexiste a possibilidade de não ser cumprida a decisão do Supremo e que não haverá confronto.

É bem possível que entre um dia e o outro alguém tenha soprado nos seus ouvidos esta informação: "Presidente, cuidado, existe no Código Penal (artigos 330 e 359) a figura do crime de desobediência, que se configura nos casos de descumprimento de ordem judicial". Talvez também lhe tenham esclarecido que o Supremo já decidiu, pacificamente, que "o destinatário da ordem judicial não pode descumpri-la, ainda que invoque precedente do STF" (STJ, RHC 2.817). Alves havia posto em dúvida a decisão condenatória do mensalão ao argumento de que quatro ministros votaram em sentido contrário.

Quando for intimado da decisão do STF, logo após a publicação do acórdão, Alves terá de mostrar qual é o seu real entendimento. A impressão que ele deixa, com sua ruim biografia, marcada mais pela esperteza pessoal do que por gestos de grandeza em favor do País, é a de que não tem mesmo ideia do respeito que todos devemos às decisões judiciais.

Rui Barbosa, o grande defensor do Direito e das liberdades, costumava dizer que "uma sentença é uma sentença; não pode ser julgada por outro Poder. Será desatendida; poderá ser violada, desrespeitada; mas não pode ser julgada". Se ceder à pressão do PT, Alves estará protegendo o crime e aqueles que o praticaram, ou seja, José Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry, todos condenados por lamentável conduta criminosa.

Da forma como as coisas caminham na Câmara dos Deputados, o tempo continua ótimo para algumas pessoas que se sentem acima da lei. Realmente, os deputados federais condenados, mais José Dirceu, encontram-se na condição de pessoas diferenciadas, não alcançadas pelos efeitos das condenações.

Mesmo tendo os seus direitos políticos cassados, os deputados estão a exercer os mandatos e isso se mostra inadmissível. O Congresso Nacional tem, sim, o poder de ele próprio julgar e cassar o mandato de deputados federais e senadores, mas em circunstâncias especialíssimas, como no caso de ilícitos penais e administrativos lá investigados (a recente cassação do mandato de um senador deixou isso muito claro).

Mas quando se trata de crimes horripilantes, apurados e julgados pelo STF - caso do mensalão -, o dever do Congresso é cumprir a decisão da Suprema Corte e afastar de imediato os parlamentares. Como pode um deputado federal que perdeu os direitos políticos, além de condenado pelo crime de corrupção, participar do processo de elaboração de leis?

Em verdade, o Congresso Nacional é hoje dirigido por duas agremiações partidárias claramente anestesiadas: o PT, pela embriaguez que a farra do dinheiro público proporciona, e o PMDB, pelo desejo incontrolável e insaciável de se manter no poder a qualquer preço. É um casamento perfeito, que nenhum religioso teria a coragem de abençoar.

Pelo disposto na Constituição federal do Brasil, o Poder que executa as leis não julga nem as elabora, o que aprova as leis não as executa nem julga e o que julga não executa as leis nem pode criá-las. Esse equilíbrio notável, fruto da evolução da humanidade, está ameaçado pela força de interesses partidários e pessoais com a marca da mesquinhez.

Em países como Estados Unidades, Alemanha, França, Japão e tantos outros, um deputado com os direitos políticos cassados, condenado por corrupção, formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro jamais poderia exercer o mandato que o povo lhe atribuiu. Somente aqui, ao pretexto de preservar a vontade do eleitorado, os referidos condenados permanecem acima da lei.

No dia em que o Senado elegeu Renan Calheiros seu presidente, o senador Fernando Collor de Mello, seu igual, com o conhecido despreparo, chegou a dizer, bastante inflamado, que o eleito já fora julgado por aquela Casa, como se esse órgão, quebrando o princípio da autonomia e liberdade dos Poderes da República, pudesse julgar alguém. Ameaçador, com aquela valentia típica de Lampião, Collor chamou de "chantagista" o procurador-geral da República, porque este tão somente cumpriu o que a Constituição federal dele exige e denunciou Renan Calheiros por infrações já bem conhecidas do povo brasileiro.

Collor, o mesmo que enganou toda a Nação e por isso mesmo levou um belo pontapé no traseiro, sempre tentou passar a ideia de ser um homem corajoso. Muitos nos lembramos de quando ele disse que tinha "aquilo roxo" e que com um simples tiro mataria a inflação. E todos nós vimos o que Collor fez com a inflação e com o nosso dinheiro, que ele tomou, e em nenhum momento pareceu ficar nem um pouquinho roxo de vergonha.

Do mesmo calibre são as críticas que o raivoso ex-presidente da Câmara, deputado Marco Maia, lançou contra o Judiciário e a imprensa, sem perceber, dada a sua insensibilidade, que atingem só a ele próprio. Poucos políticos que ocuparam a presidência da Câmara dos Deputados foram tão inexpressivos como Marco Maia, possivelmente de quem não se lembrará com saudade.

Não houve um único ato dele que demonstrasse desprendimento e elevação de espírito, tendo-se fixado, em grande parte do tempo, em culpar as elites, o Judiciário e a imprensa, sem olhar para si próprio. Talvez não tenha espelho em casa.
(Aloísio de Toledo César – Estadão – 08.02.2013)
- Enfim, como estamos numa republiqueta de cabeça pra baixo, tudo é possível, parlamentares condenados pela Suprema Corte legislarem e até mesmo, novíssimo ministro de tribunal de instância inferior, recém indicado pela rainha de plantão, questionar decisão tomada pela maioria do Supremo Tribunal Federal!


A RECEITA DE VENENO DO COMISSARIADO
Lula acha que pode botar o povo na rua para defender delinquentes; Collor teve a mesma ideia, deu no que deu
LULA E José Dirceu, bem como os comissários Gilberto Carvalho e Rui Falcão, mostraram-se dispostos a botar povo na rua para defender o que chamam de "nosso projeto". A ideia é tirar a nação petista do inferno astral em que se meteu com o ronco das praças.
Deveriam pensar duas vezes. Talvez três, consultando-se com o senador Fernando Collor de Mello. Em agosto de 1992, ainda na Presidência, acossado por denúncias de roubalheiras, ele foi à televisão e pediu ao povo que o defendesse, vestindo verde e amarelo no dia Sete de Setembro. A garotada o ouviu e saiu por aí vestindo luto, com as caras pintadas. Em dezembro, Collor renunciou à Presidência.
O que vem a ser o "nosso projeto" em cuja defesa o comissariado quer gente na rua? O pedaço dos dez anos de mandarinato petista que garantem popularidade a Lula e à doutora Dilma nada tem a ver com o infortúnio dos mensaleiros e dos jardins de Rose Noronha.
Há gente disposta a sair às ruas para defender muitas iniciativas realizadas pelo PT desde 2003, mas se o comissariado acredita que conseguirá uma mobilização popular para proteger delinquentes condenados pelo Supremo Tribunal ou apanhados pela Polícia Federal, pode estar apostando numa radicalização suicida.
O repórter José Casado acompanhou três comícios de Lula durante a última campanha eleitoral. Viu-o nas praças de São Bernardo, Santo André e Diadema. Em cada uma delas havia algo em torno de 2.000 pessoas. Dois terços da audiência eram compostos por uma plateia que havia chegado em ônibus fretados por comissários. Casado tirou uma prova perguntando a vendedores de água como ia a féria. Muito mal.
Se a ideia é botar povo na rua sem ônibus de prefeituras, dispensando a infraestrutura da Viúva, tudo bem. Se acreditam que podem usar esses recursos sem que ninguém perceba, enganam-se. Produzirão apenas mais situações escandalosas.
Quando Collor teve sua péssima ideia, já existia mobilização popular contra ele. Potencializou-a. Há pessoas indignadas com a postura petista de defesa de delinquentes condenados. Elas ainda estão em casa, quietas. Se o negócio é ir para a rua, elas também podem ir, sem ônibus das prefeituras. (coluna Elio Gaspari – O Globo – 23.12.2012)
- Essa corriola tem memória fraca, vou mais além, não precisou de ônibus, nem de convocação nacional, muita cidadão como eu, espontaneamente vestiu preto e até coloquei um belo e longo pano preto na janela do meu apartamento. Hoje, como são aliados do companheiro nobre senador Collor diriam que é o “efeito manada”, como costuma dizer ilustres “jornalistas éticos e imparciais” que apóiam estes corruptos, tendo como contrapartida generosas verbas estatais de publicidade.

FRANÇA CONDENA PSIQUIATRA DEVIDO A CRIME DE PACIENTE
A psiquiatra francesa Daniele Canarelli, 58, foi sentenciada a um ano de prisão por ter, segundo juízes, falhado em reconhecer o perigo imposto por Joel Gaillard, seu paciente por quatro anos.
Gaillard, 43, fugiu do hospital de Marselha onde se consultava com Canarelli em fevereiro de 2004 --20 dias depois, ele usou um machado para matar um homem de 80 anos, parceiro de sua avó, em Gap, na região dos Alpes.
A condenação de Canarelli é o primeiro caso do tipo na França, e causou o protesto de uniões sindicais de psiquiatras. Ela está recorrendo em liberdade.
Representantes da categoria dizem que o veredito põe em risco a profissão, ao transformá-la em bode expiatório de casos complexos.
Segundo sindicatos, Canarelli havia notificado a polícia sobre a fuga do paciente.
Gaillard sofria de um tipo de esquizofrenia paranoica e já tinha sido internado diversas vezes por acidentes. A corte afirma que a psiquiatra deveria tê-lo encaminhado a uma unidade especial ou a um outro grupo médico, como teria sido sugerido a ela.
Fabrice Castoldi, presidente da corte, afirma que a recusa dela constituiu "uma espécie de cegueira" grave.
Advogados de defesa afirmam que a decisão da Justiça francesa poderá ter sérias repercussões no tratamento de enfermidades. Se um psiquiatra tiver de trabalhar sob o temor de ser sentenciado, provavelmente irá tratar seus pacientes com maior rigor.
Michel Trabuc, filho da vítima, espera que o caso abra um precedente. "Não existe uma situação sem risco", afirmou. "Mas eu espero que isso faça a psiquiatria progredir e, acima de tudo, que isso nunca mais aconteça."
Gaillard está atualmente internado em um hospital psiquiátrico.
- Já pensou se a moda pega naquele país libertário que solta predador sexual e pedófilo por “bom comportamento” depois de uma avaliação psiquiátrica, no caso dos pedófilos, como se a cadeia fosse uma creche e tivesse alguma criança pro vagabundo molestar e perder a condição de bom comportamento!



INFORME DO DIA: DESFILE COMPRADO
Rio -  A Prefeitura do Rio pagou R$ 5 milhões à TV Globo em troca da transmissão, para o Estado do Rio, dos desfiles da Série A. A compra de cota de merchandising para permitir a exibição das escolas dos antigos grupos de Acesso foi confirmada por Eduardo Paes. “Isso mesmo. E valeu muito ter feito”, disse ontem ao Informe.
De acordo com a assessoria de imprensa do prefeito, a iniciativa foi para “consolidar” as apresentações de sexta e sábado. O pagamento permitiu que a marca da prefeitura fosse exibida, para todo o País, na transmissão do Grupo Especial.
Patrocínios
Segundo a Central Globo de Comunicação, patrocínio e merchandising “não são contrapartida para transmissão”. Cinco empresas patrocinaram o Carnaval da Globo: cada cota teria custado R$ 25 milhões. A emissora não confirmou este valor.
- Deixa eu ver se entendi: o bestalhão aqui pagou à Vênus Platinada pra ela faturar horrores com os outros patrocinadores, me obriga a ouvir besteiras de seus contratados na telinha e o mandatário da “soberania popular” ainda diz que valeu?
- Tem razão nobre alcaide, aumenta o IPTU é com mais esta “consolida” o meu atestado de idiota!
- Pergunta que não quer calar, com cinco milhões de reais dados à dona do Brasil por dois dias, quantas casas populares dariam para ser construídas, quantos equipamentos hospitalares poderiam ser comprados e quantas escolas poderiam ser reformadas?
- Nada como vivermos numa democracia, sob a égide da Constituição “Cidadã”. Plim- plim pro alcaide, também!

APADRINHADO POR SARNEY, EX-CHEFE DE AGÊNCIA AJUDOU GRUPO LIGADO A SENADOR
Fernando Fialho favoreceu negócios de empresário no Porto de Santos quando comandava a Antaq, órgão regulador dos transportes aquaviários do País que agora está na berlinda por causa da Operação Porto Seguro da Polícia Federal
Apadrinhado político do presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), e atual secretário do governo Roseana Sarney (PMDB) no Maranhão, o ex-diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) Fernando Fialho favoreceu um empresário ligado ao senador com a extensão, por um ano e meio, de um contrato de exploração do Porto de Santos.
Resolução assinada por ele evitou que o Grupo Rodrimar disputasse licitação para se manter em área do terminal, cujo arrendamento venceria em 2011. O contrato prestes a caducar foi unificado a outro, com vencimento previsto para 2013, sem que nova concorrência fosse feita. Além disso, a área usada pela empresa para movimentação de cargas cresceu.
...
O senador admite conhecer Grecco socialmente, mas diz que "nunca pediu nada" para ele na agência. Questionado, Fialho explica que, ao longo de sua vida profissional, tem "amealhado amigos em todas as esferas".
...
- Ah bom!
- O nobre companheiro Sarney não relaxa!


BUSCAS NA ROCINHA POR BANDIDOS QUE INVADIRAM HOTEL TERMINAM SEM PRESOS
RIO — A operação na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, de agentes da Polinter que buscaram cumprir mandados de prisão contra oito acusados de invadir o Hotel Intercontinental, em 2010, terminou sem presos nesta sexta-feira. A ação contou com 20 policiais e foi coordenada pelo delegado Rafael Wilis, titular da especializada, com o apoio da 15ª DP (Gávea). O titular disse que a ideia era pegar os criminosos de surpresa e que nesta sexta-feira foi iniciada a operação para começar as buscas. Três pessoas foram achadas na casa de um dos foragidos com drogas. A irmã, o sobrinho e um conhecido do suspeito foram levados para a delegacia para prestar esclarecimentos.
Na segunda-feira, a juíza Angélica dos Santos Costa, da 25ª Vara Criminal da Capital, condenou os nove acusados pela invasão do Hotel Intercontinental, em São Conrado. Alan Francisco da Silva, Vinícius Gomes da Silva, Washington de Jesus Andrade Paz, Rogério Avelino da Silva, Davi Gomes de Oliveira, Jackson Nascimento Gomes da Silva e Técio Martins da Silva foram condenados a 14 anos de reclusão e um ano de detenção. Já Victor Gomes Elói foi condenado a 18 anos e três meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção. E Ítalo de Jesus Campos pegou 16 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão e um ano e três meses de detenção. Todas as penas devem ser cumpridas em regime fechado.
...
JUSTIÇA LIBERTA BANDIDOS QUE INVADIRAM HOTEL INTERCONTINENTAL
RIO - Dois anos após a invasão do Hotel Intercontinental por bandidos armados, que levou pânico a moradores de São Conrado e motivou a ocupação da Rocinha, a Justiça do Rio liberou boa parte da quadrilha. Sete dos nove bandidos que fizeram 30 pessoas reféns na manhã de 21 de agosto de 2010 estão em liberdade.
A quadrilha toda foi beneficiada por um habeas corpus expedido pela 7ª Câmara Criminal, em março deste ano. O documento manda soltar os bandidos por excesso de prazo. Para três desembargadores, a Justiça demorou para julgar o processo. Com isso, Alan Francisco da Silva, Vinicius Gomes da Silva, Victor Gomes Eloi, Washington de Jesus Andrade Paz Davi Gomes de Oliveira e Tecio Matias da Silva, que respondem pelos crimes de sequestro e cárcere privado, associação para o tráfico e porte ilegal de armas, estão soltos.
- Faz-me rir, quer dizer que a republiqueta paraíso da impunidade achava que a escória ficaria sentadinha em suas casas esperando a polícia chegar para prendê-la!

ESPAÇOSO
O deputado Marco Maia (PT-RS) desalojou parte da Secretaria de Comunicação da Câmara. Como ex-presidente, tem direito a um gabinete maior e a escolher qualquer espaço da Casa. Fez um tour, gostou do que viu, e a reforma já começou. (coluna Panorama Político – O Globo – 07.02.2013)
- Tá certo, na republiqueta patrimonialista os fidalgos têm privilégio, principalmente se for amigo do rei e fizer tudo que ele mandar!



MEU DEUS!
De Thor, filho de Eike Batista, sobre o truque dos xarás da comissão de frente da Unidos da Tijuca para fazer martelo levitar: "Grandes coisas!". (Tutty Vasques - Estadão – 13.02.2013)
- Faz sentido!
JUSTIÇA MANTÉM SUSPENSO PROCESSO DE THOR BATISTA POR HOMICÍDIO DE CICLISTA


GOVERNO PAULISTA INICIA INTERNAÇÃO COMPULSÓRIA DE VICIADOS EM IPHONE
FOURSQUARE - Promovido pelo governador Geraldo Alckmin, o programa de internação compulsória de viciados em gadgets começa hoje em São Paulo. "Trata-se de uma situação calamidade pública. Os smartphones estão destruindo os almoços em família, os papos de botequim e tornando as reuniões corporativas menos produtivas. Precisamos preservar as próximas gerações", postou Alckmin no Facebook, enquanto estava preso no trânsito da Marginal.
Com a medida, cidadãos que interagem em conversas sem tirar os olhos do iPhone serão observados por uma comissão analógica. Os selecionados para triagem passarão por testes para descobrir quanto tempo suportam sem checar emails e interações no Facebook. A internação será indicada caso o indivíduo acumule o hábito de fotografar as situações cotidianas, em especial pratos de comida, e publicar em redes sociais.
Os viciados serão levados a uma praia deserta em Fernando de Noronha, sem wi-fi, onde serão obrigados a conviver com seres humanos de verdade, sem filtros do instagram, além de pegar sol e mergulhar no mar. Aquele que marcar sua chegada na praia pelo Foursquare será levado ao tratamento de choque.

Nenhum comentário:

Postar um comentário